Causa disputas entre os machos, sejam eles de sua espécie ou não. Desperta paixões, devaneios,sonhos e ate...pesadelos. Gosta de estar quieta, em sua toca,pensando naquele amor que um dia a despedaçou e que nem o tempo o conseguiu desvanecer. À noite olha o céu e fala com a Lua e com as Estrelas,perguntando quando a Libertarão. Essa Loba ...sou Eu
sábado, 1 de outubro de 2011
EU...CALARINHA E ...SUNNY
Eu e Clarinha nos conheciamos desde a escolinha e raramente nos separámos vida fora.
Nunca tivemos uma discussão séria, pois cada qual conhecia a outra de trás para diante .Não tínhamos segredos uma para a outra e como tal, um dia descobrimos que somos bissexuais.
Os primeiros toques femininos que tive foram feitos pela Clarinha...meio que a medo,mas...gostei e...retribui.
Quando nos zangávamos com nossos namorados e a fome de sexo apertava...era nos braços...na língua...nas palavras uma da outra que procurávamos o conforto.
Uma bela tarde a Clarinha foi lá a casa.Vimos uns videos, rimos,falámos e às tantas,os seus braços se enrolaram em redor de meu pescoço e logo me tascou um beijo na orelha, daqueles com mordidinha de vampiro que só ela sabia dar.
Suas mãos desceram pelo meu pescoço enquanto sua língua serpenteava até meus seios.Sua boca abocanhou-meu mamilo e isso me levou ao céu.
Sentia minha buceta pingando de tanto tesão.
Clarinha já introduzira seus dedos hábeis por entre meus shortinhos e massajava meu clitoris,enquanto sua lingua passeava entre meu pescoço e barriga.
Nisto,ouvimos meu irmão e nos compuzemos.
-Meninas..está aqui um colega da Clarinha.o Sunny.
Clarinha esquecera-se de me avisar que tinha convidado Sunny
A porta abriu-se e apareceu então na soleira da porta o Sunny.
Eu já o não via há algum tempo,mas era daquelas figuras que nunca nos esquecemos delas.
Era alto, espadaúdo, cabelo louro como o sol e olhos tão azuis que ...por instantes me perdi neles.
Meu irmão disse:
-Xau...juizo meninos
E riu-se com um sorriso tão maroto que me arrepiou.
Sunny sentou-se frente a nós com o portatil e nós sem assunto para falar, pois só queríamos estar sósinhas.
Sunny tirou seus óculos , levantou-se e de repente afastou-nos uma da outra e se sentou no meio de nós.
Reparei que seu pau já estava duro, a avaliar pelo volume enorme que se fazia notar em suas calças.
Então com a maior safadeza disse assim:
-E a festa continuaaaaaaa ! Pensam que eu não sei o que há entre vocês?Hahahaha.
E apostava em como quando cheguei a Clarinha estava comendo aqui a Morena.
Puxou-me para ele e enquanto me beijava a boca, o pescoço, os seios,Clarinha tirara-me os calções e tomou conta de minha buceta.
A sua lingua era divinal.Gozei estrondosamente quando ela me enfiou dois dedos em minha buceta e com a outra mão me dava tapinhas no clitoris.
Depois,enfiou sua cabeça entre minhas pernas e perdeu sua lingua em minha buceta com movimentos tão bruscos de vai e vem que...acabei gozando de novo.
Escorreguei para o chão e comecei a punhetar o pau de Sunny, intercalando com chupadas de vai e vem.
Sunny delirava e enquanto ele delirava com minha boca, minha língua...Clarinha estava se entretendo a me lamber o cú, enquanto os seus dedos de novo se enfiavam em minha buceta.
Sunny disse que não queria gozar ainda ,mas que estava dificil de se controlar.
Clarinha deitou-se e eu me sentei em cima dela, de cu virado para ela e enquanto minha lingua percorria a sua barriga, a sua buceta, o seu clitoris,Sunny dava-me o melhor beijo grego que alguma vez recebi.Sua lingua saltitava entre minha buceta e meu cú.Sua lingua parecia feita de ferro, igual a seu pau.
Clarinha lambia seu saco enquanto ele se
punhetava e com um urro de leão esporrou a cara de Clarinha , meu cú, minha buceta.
Estávamos cansados,mas a festa continuava,pois Sunny estava ainda de pau duro.
Foi a vez de Clarinha abocanhar aquele pau delicioso ,enquanto Sunny enfiava a lingua em minha buceta de novo.
Minha cara estava lambuzada do gozo de Clarinha e tinha na boca o gosto de seu mel quando ela gozou mal minha lingua entrou dentro de sua buceta.
Empurrámos Sunny para o sofá e ambas tomámos conta de seu pau:enquanto uma beijava seu pau, a outra lambia seu saco.
Sunny acabou gozando enquanto lambíamos sua porra, quente e gostosa.
Sunny parecia uma máquina, pois seu pau teimava em nao baixar.
Ele bem se punhetava,mas o mastro lá continuava ...em pé.
Perguntou-me se nao teria uns brinquedinhos.
- Morena,vai lá buscar aqueles brinquedos que enfias em tua buceta quando estás louca de tesão !
- Não tenho...disse eu , envergonhada.
Clarinha disse:
- Tem sim, eu vou buscá-los
Enquanto Clarinha nao vinha, passou seu pau pelo meio de meus seios e apertei-os de tal modo que quando minha lingua chegou à cabecinha de seu pau...ele gozou.
Clarinha quando chegou à sala disse:
-Eh...espera aí...quero sorver tambem o gozo do Sunny.
Sunny então disse:
- Meninas quero ver como vocês se comem, ok? Façam de conta que estão sósinhas.
Então Clarinha enfiou um pénis de borracha em minha buceta e enquanto
o fazia entrar e sair de minha buceta, arrancando-me grunhidos, eu enfiei-lhe o outro no seu cú enquanto ela me lambia o meu.
O pau de Sunny parecia ter triplicado de tamanho, de grossura e parecia um mastro enorme..
No meio de penis de borracha, entrando e saindo da buceta de um e do cu da outra, ainda me sobraram forças para meter minha lingua dentro de Clarinha, devastando-lhe as entranhas.
Sunny punhetava-se dando com a cabeça de seu pau na mão e ^`as tantas disse, com cara alucinada:
-Porra....vou gozar
Por incrivel que pareça, gozámos os 3 ao mesmo tempo.
Estávamos muito cansados.
Fomos todos ao banheiro e no banho ainda transámos todos.
Tínhamos perto de meia hora para nos pormos apresentáveis e...realmente quando ouvimos a mota do meu irmão...nada parecia ter acontecido ali.
Jantámos os 4 e depois do jantar, fomos beber um café,aproveitar a noite de calor e fomos à praia.
Meu irmão, maluco como sempre foi ao banho vestido.
Sunny foi nú .Clarinha e eu fomos em calcinha apenas.
Quando -Sunn saiu da água...seu pau vinha mais apetitoso que nunca,mas nada poderiamos fazer, poiis meu irmão...
-Então...não fazem festa agora?
Olhámos os 3 uns para os outros e ficámos sem saber se meu irmão sabia o que se tinha passado entre as 4 paredes da nossa sala.
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